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julho.2025

Profissionais de Mídia: quem são, o que fazem e por que são essenciais para resultados reais

Mídia é muito mais do que impulsionar posts

Na Pulso, acreditamos que construir estratégia passa, obrigatoriamente, por pensar em mídia com profundidade. O trabalho de um profissional de mídia vai muito além de botões, campanhas ou plataformas, trata-se de entender pessoas, cruzar dados com intenção, e equilibrar performance com posicionamento de marca.
Para entender melhor esse universo, batemos um papo com Gilberto Pasqualin, nosso Head de Mídia, que compartilhou um pouco da sua trajetória e da visão que orienta o trabalho de mídia por aqui.

A trajetória de quem chegou pela curiosidade e ficou pela estratégia

“Foi uma jornada longa”, conta Gil, ao relembrar o início da carreira. A entrada no digital aconteceu por influência de um amigo da infância, numa época em que quase ninguém pensava em seguir esse caminho.
“Esse amigo trabalhava com TI, mas logo percebi que essa parte não era pra mim. O que me prendeu foi o universo ao redor: criação de sites, análise de dados, web design… Fui orbitando entre áreas até aterrissar em mídia.”
Essa caminhada, que começou com experimentação e baixa concorrência, hoje exige repertório técnico, visão de negócios e capacidade de adaptação constante.

O que faz um bom profissional de mídia?

Para Gil, a resposta é direta:

“A humildade de saber que todo dia é um bom dia para aprender.”

A mídia digital é um campo em constante transformação, mudam os algoritmos, as métricas, as plataformas e até os comportamentos de consumo. Saber reaprender com frequência, e fazer disso um combustível, não um obstáculo, é essencial.

Desafios do presente: performance, dados e marca

O cenário atual exige mais do que execução. “Planejamento de mídia hoje é análise, estratégia e impacto real nos negócios”, afirma Gil. Isso envolve entender o que impulsiona resultados, mas também o que sustenta a marca no longo prazo.

Equilibrar performance com construção de identidade é uma das missões diárias da equipe. “Dados são cruciais, mas eles precisam estar a serviço de algo maior: o posicionamento da marca, a intenção da campanha, o valor percebido pelo público.”

Indicadores que importam e o que o cliente precisa entender

Na prática, nem tudo que brilha é conversão. Gil destaca que não existe um único indicador absoluto:

“O que importa é entender o objetivo da campanha e medir os dados certos para aquele contexto.”
E se há um recado que ele gostaria que todos os clientes escutassem, seria esse:

“Mídia não é apertar botão. É pensar onde a marca precisa estar, por quê, com quem e com qual mensagem.”

Como é trabalhar com mídia na Pulso

“Eu gosto da forma como a estratégia é construída aqui. Tudo começa com diagnóstico, com escuta. A mídia faz parte da estratégia desde o início, não entra no final pra distribuir o que já está pronto”, explica Gil.

Essa integração entre planejamento, criação e mídia é o que garante coerência, eficiência e impacto nas entregas.

Um caso que marcou e um conselho para quem está começando

Entre tantas campanhas, algumas ficam marcadas pelo desafio, outras pelo resultado. Mas Gil destaca que, no fim das contas, o que mais importa é a evolução constante do raciocínio estratégico.

E pra quem está começando?

“Curiosidade. Não espere que alguém te ensine tudo. A melhor forma de crescer é fuçar, testar, estudar e conversar com quem está no campo de batalha.”

Gil por Gil: como explicar mídia para quem não é do mercado

Para encerrar, perguntamos ao Gil como ele explicaria seu trabalho para alguém totalmente fora do digital.

A resposta foi precisa:

“Eu ajudo marcas a estarem no lugar certo, falando com as pessoas certas, no momento em que elas estão mais propensas a ouvir e a agir.”

E é isso. Mídia de verdade é estratégia. É intenção. É construção.

E por aqui, na Pulso, é também parceria.